Meu caro leitor, escrevo-lhe com grande alegria, a felicidade de alguém que em breve estará de volta. O meu retorno está muito breve de acontecer e não pudia estar mais feliz para escrever a vocês que acessam o meu link, com grande carinho e curiosidade.
Este endereço é um campo para o conhecimento cultural e jornalístico de Pindamonhangaba, agradeço imensamente o carinho de todos.
Hoje vamos falar um pouco do Festil, o festival de teatro estudantil que está se aproximando e tem peças de vários lugares; promovendo a integração estudantil no mundo das artes cênicas.
Ah mas antes disso não posso me esquecer do nosso grande mês do folclore, dia 22, data que tanto considero, por dois motivos especiais, primeiro aniversário do meu pai, meu grande educador, apoiador e incentivador e segundo uma data cultural que tanto aprecio.
Vamos torcer para que neste mês tenhamos muitas atividades culturais em nosso município, o folclore é a cultura do povo, vamos prestigiar o que os nossos amigos artesãos, artistas, compositores, músicos, ente outros têm para nos apresentar. Um país que não conhece a sua própria cultura é pobre de conhecimentos próprios.
Ah e tenho uma novidade para você internauta, muito em breve poderão acompanhar informações nutricionais neste link, não percam, acessem sempre que puder e saíba das novidades,grande abraço a todos e até mais.
Saiba um pouco do que está acontecendo em Pindamonhangaba, leia diversas matérias e artigos.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Acidentes acontecem
Por Marcos Cuba - Pindamonhangaba
Quebrei a perna
Minha gente infelizmente não estou tendo tempo para fazer novas postagens, é até engraçado dizer isto, mas é que na verdade estou meio que desatualizado.
Quebrei a perna num acidente no começo de janeiro e até agora estou de molho, ou seja, não posso fazer nada e ainda tenho que continuar andando com duas muletas. Mas com fé e muito cuidado sei que tudo se resolverá, afinal acidentes acontecem.
Em breve irei fazer novas postagens sobre os mais diversos assuntos, por gentileza aguardem e continuem visitando esta página.
Agradeço a compreensão e muitos beijos e abraços para você meu querido leitor.
Marcos Cuba
Jornalista/Ator e Assessor da Cia. Controvérsias
Quebrei a perna
Minha gente infelizmente não estou tendo tempo para fazer novas postagens, é até engraçado dizer isto, mas é que na verdade estou meio que desatualizado.
Quebrei a perna num acidente no começo de janeiro e até agora estou de molho, ou seja, não posso fazer nada e ainda tenho que continuar andando com duas muletas. Mas com fé e muito cuidado sei que tudo se resolverá, afinal acidentes acontecem.
Em breve irei fazer novas postagens sobre os mais diversos assuntos, por gentileza aguardem e continuem visitando esta página.
Agradeço a compreensão e muitos beijos e abraços para você meu querido leitor.
Marcos Cuba
Jornalista/Ator e Assessor da Cia. Controvérsias
terça-feira, 17 de março de 2009
Semana Santa e a Paçoca
Por Marcos Cuba - Pindamonhangaba
Escrevo não como um grande conhecedor do assunto, porém como um curioso que gosta de sempre saber um pouco mais, aberto para novidades e aprendizado, pois quando pensamos que já sabemos tudo, nos tornamos tolos. Com minha simplicidade tento entender a relação da Semana Santa com a Paçoca.
Como curioso nato que sou fiz várias pesquisas, mas infelizmente não consegui estabelecer uma compreensão fatídica entre este alimento que reúne tantos outros e numa comunhão se torna um doce apreciado por muitos.
A paçoca pode ser salgada ou doce, isto varia de acordo com a região, mas aqui no Vale do Paraíba, percebo que o amendoim assado, socado no pilão com pitadas de sal, açúcar e farinha são mais produzidos na Semana Santa.
A funcionária pública Vera Lúcia Moreira conta que fazer paçoca na Semana Santa é praticamente um ritual sagrado, tanto é que tem até mesmo dia limite e hora para socar o amendoim. “Eu lembro que minha mãe fazia e meus irmãos e eu adorávamos, digo que é algo que foi passando de geração até mesmo”, afirma Vera.
Muitas pessoas não gostam nem de pensar em paçoca, pois são alérgicos ao amendoim, já outras simplesmente não comem porque acham muito seca, por outro lado os vendedores deste doce recomendam come-lo com uma bananinha.E não é que a mistura é boa mesmo!
Infelizmente não tive a oportunidade de conversar com um padre para entender melhor esta relação, porque estou impossibilitado, acredito que ele teria alguma informação interessante sobre este assunto. Vamos em frente e comendo paçoca, afinal este doce com raízes indígenas já conquistou muitos paladares.
Marcos Cuba
Jornalista/Ator e Assessor da Cia. Controvérsias
Escrevo não como um grande conhecedor do assunto, porém como um curioso que gosta de sempre saber um pouco mais, aberto para novidades e aprendizado, pois quando pensamos que já sabemos tudo, nos tornamos tolos. Com minha simplicidade tento entender a relação da Semana Santa com a Paçoca.
Como curioso nato que sou fiz várias pesquisas, mas infelizmente não consegui estabelecer uma compreensão fatídica entre este alimento que reúne tantos outros e numa comunhão se torna um doce apreciado por muitos.
A paçoca pode ser salgada ou doce, isto varia de acordo com a região, mas aqui no Vale do Paraíba, percebo que o amendoim assado, socado no pilão com pitadas de sal, açúcar e farinha são mais produzidos na Semana Santa.
A funcionária pública Vera Lúcia Moreira conta que fazer paçoca na Semana Santa é praticamente um ritual sagrado, tanto é que tem até mesmo dia limite e hora para socar o amendoim. “Eu lembro que minha mãe fazia e meus irmãos e eu adorávamos, digo que é algo que foi passando de geração até mesmo”, afirma Vera.
Muitas pessoas não gostam nem de pensar em paçoca, pois são alérgicos ao amendoim, já outras simplesmente não comem porque acham muito seca, por outro lado os vendedores deste doce recomendam come-lo com uma bananinha.E não é que a mistura é boa mesmo!
Infelizmente não tive a oportunidade de conversar com um padre para entender melhor esta relação, porque estou impossibilitado, acredito que ele teria alguma informação interessante sobre este assunto. Vamos em frente e comendo paçoca, afinal este doce com raízes indígenas já conquistou muitos paladares.
Marcos Cuba
Jornalista/Ator e Assessor da Cia. Controvérsias
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Crimes que amedrontam
Por Marcos Cuba - Pindamonhangaba
Em tão pouco tempo de jornalista, que me diplomei, tenho me assustado com as notícias da mídia. Como responsável pela cobertura policial, de um jornal do interior paulista, pensei que não iria me amedrontar tanto. Não estou de olhos arregalados com as coberturas que faço, mas sim com o que estou vendo e ouvindo. São crimes que até então a gente pensava que jamais iriam acontecer em nossos arredores, Estados ou quem sabe no Brasil.
O primeiro crime passional que chocou todos brasileiros foi o caso Suzane e os irmãos Cravinhos. Aquela notícia parecia ser o fim, mas os atos violentos estavam apenas começando.
Abra os jornais ou veja na internet matérias sobre a mãe que esfaqueou o filho de 19 anos e no ato dizia palavras demoníacas, o homem suspeito de ter jogado a mulher e o filho de 6 anos do 5º andar do prédio, a madrasta e o pai de Isabela, Eloá morta pelo ex-namorado, menina encontrada morta dentro de mala em Curitiba, João Hélio arrastado pelo cinto de segurança, os irmãos que pediram socorro mas foram mortos e queimados e por aí vai.
Sair de casa atualmente é correr risco, mas às vezes o nosso assassino pode estar dentro de nossa casa, ser um irmão, o pai ou a mãe. Não se tem mais segurança em lugar algum. Os presídios estão super lotados e os criminosos cada vez mais aumentam e nós não podemos e jamais devemos julgar alguém, porque não sabemos o dia de amanhã. Estamos encarcerados, somos vítimas de tudo e de todos. Onde está a felicidade e simplicidade de cada dia. Onde está a justiça? Mesmo que seja cega!
Os crimes que me amedrontam não acontecem apenas longe de mim e na mídia nacional, mas em Pindamonhangaba, cidade em que vivo já encontraram vários corpos e nenhum caso até o momento foi esclarecido. Corpos como da menina de 11 anos que foi estuprada e assassinada, a mulher queimada numa estrada rural e outra mulher em estado de decomposição próximo à uma rotatória. Tive a infelicidade de fazer as coberturas, afinal escrever sobre o sofrimento de uma família não é nada fácil.
Com toda sinceridade não sei o que faz um ser humano tirar o brilho dos olhos de outro. Ter sangue frio e apertar um gatilho. Ao acabar com o nosso próprio estamos nos deteriorando. Qual será o fim ou a salvação disto tudo?
Marcos Cuba
Jornalista/Ator e Assessor da Cia. Controvérsias
Em tão pouco tempo de jornalista, que me diplomei, tenho me assustado com as notícias da mídia. Como responsável pela cobertura policial, de um jornal do interior paulista, pensei que não iria me amedrontar tanto. Não estou de olhos arregalados com as coberturas que faço, mas sim com o que estou vendo e ouvindo. São crimes que até então a gente pensava que jamais iriam acontecer em nossos arredores, Estados ou quem sabe no Brasil.
O primeiro crime passional que chocou todos brasileiros foi o caso Suzane e os irmãos Cravinhos. Aquela notícia parecia ser o fim, mas os atos violentos estavam apenas começando.
Abra os jornais ou veja na internet matérias sobre a mãe que esfaqueou o filho de 19 anos e no ato dizia palavras demoníacas, o homem suspeito de ter jogado a mulher e o filho de 6 anos do 5º andar do prédio, a madrasta e o pai de Isabela, Eloá morta pelo ex-namorado, menina encontrada morta dentro de mala em Curitiba, João Hélio arrastado pelo cinto de segurança, os irmãos que pediram socorro mas foram mortos e queimados e por aí vai.
Sair de casa atualmente é correr risco, mas às vezes o nosso assassino pode estar dentro de nossa casa, ser um irmão, o pai ou a mãe. Não se tem mais segurança em lugar algum. Os presídios estão super lotados e os criminosos cada vez mais aumentam e nós não podemos e jamais devemos julgar alguém, porque não sabemos o dia de amanhã. Estamos encarcerados, somos vítimas de tudo e de todos. Onde está a felicidade e simplicidade de cada dia. Onde está a justiça? Mesmo que seja cega!
Os crimes que me amedrontam não acontecem apenas longe de mim e na mídia nacional, mas em Pindamonhangaba, cidade em que vivo já encontraram vários corpos e nenhum caso até o momento foi esclarecido. Corpos como da menina de 11 anos que foi estuprada e assassinada, a mulher queimada numa estrada rural e outra mulher em estado de decomposição próximo à uma rotatória. Tive a infelicidade de fazer as coberturas, afinal escrever sobre o sofrimento de uma família não é nada fácil.
Com toda sinceridade não sei o que faz um ser humano tirar o brilho dos olhos de outro. Ter sangue frio e apertar um gatilho. Ao acabar com o nosso próprio estamos nos deteriorando. Qual será o fim ou a salvação disto tudo?
Marcos Cuba
Jornalista/Ator e Assessor da Cia. Controvérsias
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Escola realiza 15ª audição
Por Marcos Cuba - Pindamonhangaba
A noite de sexta-feira (21) vai ser de muita música popular para os alunos do Espaço Musical. Eles participarão da 15ª audição de teclado e a professora Regina Cintra contará com 40 estudantes, sendo crianças e adultos. O evento será no salão Laylus, localizado na Av. Albuquerque Lins, nº 916 a partir das 20h, a entrada é gratuita.
Os presentes terão a oportunidade de prestigiar dois números da banda rítmica, composta por crianças de 6 a 9 anos, e 25 apresentações de teclado.
De acordo com Regina o trabalho com as crianças tem por meta desenvolver a coordenação motora, atenção, concentração, memória e ritmo. Além da banda a escola oferece o curso de musicalização infantil para despertar a sensibilidade com a música.
A audição faz parte do encerramento das atividades desenvolvidas ao longo do ano e nesta apresentação terá alunos que estão no Espaço Musical há anos e iniciantes. Trata-se de um curso de teclado livre. Quem tiver interesse em aprender a tocar teclado pode comparecer no Espaço Musical, localizado na Av. Albuquerque Lins, nº 555, de segunda a quinta-feira das 8 às 12 e das 14 às 18h.
Marcos Cuba
Jornalista/Ator e Assessor da Cia. Controvérsias
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